O que Piranguinho compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Piranguinho compraram US$ 4.100 de outros países. É 86% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 28,9 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Piranguinho ficou em 355º lugar. No Brasil, em 2.437º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Suportes preparados para gravação de som ou para gravações…0 toneladasUS$ 3.50085%
- 2Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia por fios…0 toneladasUS$ 60015%
Todos os países (1)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 4.100100%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 18 mil
- 2025US$ 33 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Piranguinho
Quanto Piranguinho importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Piranguinho (MG) compraram US$ 4.100 de outros países: 2 produtos, de 1 país.
O que Piranguinho mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Suportes preparados para gravação de som ou para gravações… (85%), Aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia por fios… (15%).
De quais países Piranguinho mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (100%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.